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A Magia do Ano Novo


A Magia do Ano Novo

Que nesse ano possamos sonhar,
E acreditar, de coração, que podemos realizar cada um de nossos sonhos,
Que esses sonhos possam ser compartilhados pelo bem,
E que eles tenham força de transformar velhos inimigos em novos amigos verdadeiros,

Que nesse ano possamos abraçar,
E repartir calor e carinho,
Que isso não seja um ato de um momento,
Mas a história de uma vida.

Que nesse ano possamos beijar,
E com os olhos fechados, tocar o sabor da alma,
Que tenhamos tempo para sentir toda a beleza da vida,
E que saibamos senti-la em cada coisa simples,

Que nesse ano possamos sorrir,
E contagiar a todos com uma alegria verdadeira,
Que não sejam necessárias grandes justificativas para nosso sorriso,
Apenas a brisa do viver,
Que nesse ano possamos cantar,
E dizer coisas da vida,
Que não sejam apenas músicas e letras,
Mas que sejam canções e sentimentos,

Que nesse ano possamos agradecer,
E expressar a Deus e a todos: “Muito Obrigado!”,
Que nesse “todos” não sejam incluídos apenas os amigos,
Mas também aqueles que, nos colocando dificuldades, nos deram oportunidades de sermos melhores.

E assim começamos mais um Ano Novo,
Um dia que nasce, um primeiro passo, um longo caminho,
Um desafio, uma oportunidade e um pensamento:
“Que nesse ano sejamos, Todos, Muito Felizes!”
Desconheço Autoria.
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A História do Lápis!


A História do Lápis!

O  menino olhava a avó escrevendo uma carta.
A certa altura, perguntou:
- Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco?...
E por acaso, é uma história sobre mim?
       A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto.
        - Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.

        O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.
        - Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!
        - Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo

        - Primeira qualidade: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade.

        - Segunda qualidade: de vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor.

        - Terceira qualidade: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça.

        - Quarta qualidade: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você.

        - Finalmente, a quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca... Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida, irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação.
Recebi este texto por e-mail.
Desconheço Autor.
Obs: para quem já leu esta postagem,ou ainda vai ler, com ajuda de minha amiga Angelica, aliás quem descobriu foi ela, este e-mail que recebi já tem  autoria, portanto agora darei  os respectivos créditos de autoria .
Texto: Título " A História do Lápis", Resposta de:Instituto Paulo Coelho sendo assim o autor deste texto maravilhoso é Paulo Coelho!
Agradeço à você Angelica.
"Eu sou bem exigente quanto a essa questão de autoria, acredito que a cada um deve ser dado o devido crédito...não apenas pela questão legal, mas principalmente pela questão moral. Como você me mandou essa pergunta, resolvi então entrar no site dele, Paulo Coelho, e questionar". palavras de minha amiga...e minha pergunta foi: 
Angelica postei um texto parecido com este, recebi por e-mail sem autor, será que é do Paulo Coelho ?
Esclarecido. VCaparroz
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O Limite!


Mais uma vez
o quase...
O botão quase flor
A flor quase fruto

A espiga quase pão
Mais uma vez
tão perto...
A perplexidade roçando o espanto
A surpresa raiando o assombro

A mão prestes a tocar a lonjura
Mas sempre
sempre…

O limite!
O instante fugaz
à beira do momento maior!


Lisboa/Portugal
In E-Book “Memorando de Fogo”
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Arte ...


Encontrei este texto que aqui deixarei apenas como citação
Por gostar postei apenas um pedacinho do mesmo.
Abaixo está o  link e sua mensagem na íntegra.


Arte- Anseio para o ideal
Por que a arte existe?
Quem precisa dela?  
Na verdade, alguém precisa dela? 
Estas são questões colocadas não só pelo poeta, 
mas também por qualquer pessoa que aprecie arte
- ou, naquela expressão corrente, por demais sintomática da relação
entre a arte e seu público do século XX - o "consumidor".

Muitos fazem essa pergunta a si próprios, e qualquer pessoa ligada à arte costuma dar a sua resposta pessoal. 
Alexander Block disse que "do caos, o poeta cria harmonia"...  
Puchkin acreditava que o poeta tem o dom da profecia...  
Todo artista é regido por suas próprias leis, mas estas não são, em absoluto,
obrigatórias para as demais pessoas.

De qualquer modo, fica perfeitamente claro que o objetivo de toda arte
- a menos, por certo, que ela seja dirigida ao "consumidor", como se fosse uma mercadoria - é explicar ao próprio artista, e aos que o cercam, para que vive o homem, e qual é o significado da sua existência.  

Explicar às pessoas a que se deve sua aparição neste planeta, ou, se não for possível explicar, ao menos propor a questão.
Andrei Tarkovski
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Esquina do tempo


Nesta esquina do tempo é que te encontro, Ó nocturna ribeira de águas vivas
Onde os lírios abertos adormecem. A mordência das horas corrosivas.
Entre as margens dos braços navegando, Os olhos nas estrelas do meu peito,
Dobro a esquina do tempo que ressurge. Da corrente do corpo em que me deito
Na secreta matriz que te modela, Um peixe de cristal solta delírios.
E como um outro sol paira, brilhando. Sobre as águas , as margens e os lírios.

José Saramago

Nasceu em Azinhaga, 16 de Novembro de 1922
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VCaparroz

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